Cientistas concluem que a vida não existiria se o universo fosse obra do acaso; Resposta é Deus
14/11/2017 - 17h45 em Informação

Os padrões estipulados pela física como padrão expõem a ciência a uma incógnita no que se refere às probabilidades do surgimento do universo como resultado do acaso. Uma nova descoberta comprovou que, se as coisas seguissem a dinâmica natural, a vida não existiria.

Unovo estudo, realizado pela Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN, na sigla em inglês), mostrou o resultado de testes em uma série de possibilidades, incluindo massa e carga elétrica, para encontrar a resposta do surgimento do universo, já que nessa ocasião, a quantidade de matéria e antimatéria eram as mesmas.

Em um cenário como esse, a chance de o universo não existir era quase total, pois a matéria e a antimatéria se cancelam, o que deveria resultar em um evento de autodestruição imediata, segundo os cientistas.

De acordo com informações do Unilad, os pesquisadores já analisaram a possibilidade de que existisse uma diferença no magnetismo de uma das forças atuantes, porém, matéria e antimatéria são idênticas também nesse quesito.

“Todas as nossas observações encontraram uma simetria completa entre matéria e antimatéria, razão pela qual o universo não deveria existir. Uma assimetria deve existir em algum lugar, mas simplesmente não entendemos onde está essa diferença”, disse Christian Smorra, um dos cientistas responsáveis pelo estudo.

“Este resultado é o ponto culminante de muitos anos de pesquisa e desenvolvimento contínuos, e a conclusão bem-sucedida de uma das medidas mais difíceis já realizadas”, acrescentou o porta-voz do CERN, Stefan Ulmer.

Deus

Um dos mais renomados cientistas internacionais, o físico-teórico Michio Kaku, coautor da Teoria das Cordas e estudioso inclusive de campos relacionados à pesquisa do CERN, como a supersimetria, afirmou que acreditar que o universo e a vida são resultado do acaso “não faz mais sentido“.

“Cheguei à conclusão que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência, não muito diferente do seu jogo preferido de computador, claro, impensavelmente mais complexa. Analisando o comportamento da matéria em escala subatômica, a parte afetada pelo semi-raio primitivo de táquions, um minúsculo ponto do espaço, pela primeira vez na história, totalmente livre de qualquer influência do universo, matéria, força ou lei, percebi de maneira inédita o caos absoluto. Acredite, tudo que nós chamávamos de casualidade até hoje, não fará mais sentido. Para mim está claro que estamos em um plano regido por regras criadas, e não moldadas pelo acaso universal”, declarou Michio Kaku à conceituada revista Scientific American, em 2013.

“A solução final pode ser que Deus é um matemático. Acredito que a mente de Deus é música cósmica. A música de cordas de ressonância através do hiperespaço de 11 dimensões”, declarou em um vídeo para o canal do YouTube Big Think, em janeiro do mesmo ano.

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